(#A Certain Romance – Arctic Monkeys)
Estava olhando pra ela, sinto que podia fazer isto a qualquer hora, mas não a todo tempo, não quero cogitar a possibilidade de enjoar. Ela e seu corpo moreno, atiçando elogios ora bem canalhas e, em minoria, ora meio líricos. Nunca fui de observar o corpo de uma mulher por detalhes, ou pelo menos não me dei ao trabalho de me torturar com isso.
Ela sempre me atende bem, mas a verdade é que sinto uma vontade ainda controlável de deixar algo cair propositalmente, pra que ela me mostre o que tem de melhor em um ângulo mais favorável.
(#Glory Box – Portishead)
O seu nome vem no crachá, me poupando de uma investida mais clássica de perguntar o nome – Ana; um nome pequeno que combina com seu jeito mas desvirtua em comparação às suas medidas. E se ela esquece esse maldito crachá um dia que seja, eu conseguirei me introduzir de forma educada. É claro que não quero esperar pra que isso aconteça, ainda mais com essa cara de responsável e dominadora que ela tem, minhas esperanças se pulverizam. Provavelmente é a última garota com esse credencial em duas áreas: aptidões corporais e psicológicas. Não deve mais existir dessas, e se existir, nenhuma substituiria ela e eu não me puniria por negar deixar qualquer coisa ser exercida pela linda força peso com a finalidade de uma futura análise da sua respectiva bunda saliente.
(#Down in Mexico – The Coasters)
Eu poderia amá-la, também. Mas ela teria que se acostumar, por muito tempo eu não coloquei esse verbo em prática, e talvez demore muito (provavelmente até que ela se canse) para dizer que a amo. Mas ela é amável, sim. Ela e essa...
- Você deixou cair esta caneta.
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